Artigo

PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO ENTRE ESTUDANTES DE UMA UNIVERSIDADE PRIVADA DO SUL DO BRASIL - PARTE II

GENCISSK, Pietra Sorhaya1; BORDIN, Cynthia Franca Wolanski2;

Resumo

Introdução:A procura por alivio de sintomas presentes em algumas situações do dia a dia leva a pratica de automedicação a qual além de ser comum entre as diversas populações, pode gerar maiores consequências.

Objetivo:O objetivo desta pesquisa foi analisar a prática da automedicação e o seu perfil de consumo entre estudantes universitários do curso de Educação Física de uma Universidade do sul do Brasil.

Metodologia:Para tanto, elaboramos um questionário com 20 perguntas específicas que fora aplicado para 100 alunos, sendo que os mesmos foram abordados nas dependências do Campus da Universidade e convidados a responder de forma espontânea o trabalho.

Resultados:Dos 100 estudantes que responderam ao questionário, a faixa etária seria de 18-40 anos, onde a idade média foi entre 18-21, com predomínio de estudantes do sexo masculino (69%). No geral 81% dos estudantes relataram uso da automedicação nesse período de tempo, onde 41,3% dos mesmos, às vezes, recorreu à automedicação sem a prescrição por um profissional habilitado. A média da duração dos tratamentos relatada foi de 01 a 02 dias (37,3%) dos quais 27,3% dos acadêmicos antes de se automedicar, procurou informações a respeito dos medicamentos, grande maioria na bula (39%) ou internet (27%).

Conclusões:A dor de cabeça foi o sintoma mais prevalente, seguido da gripe e ou resfriado e dor muscular. Isso sugere que o reconhecimento desses sintomas não seria motivo para a procura de um médico, confirmando assim a pequena necessidade no aumento de conscientização dos acadêmicos dentro das instituições de ensino superior a respeito do uso de medicamentos sem acompanhamento de um profissional da área da saúde, com o intuito de aumentar o uso racional dos mesmos.

Palavras-chave:Automedicação. Estudantes. Medicamentos.

Legendas

    1. Estudante
    2. Orientador