Artigo

TAXA TESTOSTERONA CORTISOL NO PROCESSO DE FADIGA PERIFÉRICA

JESUS, Julia Souto de1; URBINATI, Keith Mary De Souza Sato2;

Resumo

Introdução:A fadiga muscular, ao que parece, pode se referir a um déficit motor, uma percepção ou uma diminuição da função mental, podendo descrever a diminuição gradual da capacidade de força muscular ou o ponto final de uma atividade sustentada, a compreensão dos processos de fadiga possibilita correções em situação de treinamento e consequente melhora do rendimento esportivo.

Objetivo:O principal objetivo do trabalho foi relacionar a taxa testosterona/ cortisol com o processo de fadiga periférica, especificamente identificando a cinética dos hormônios testosterona e cortisol.

Metodologia:Para realizar tal processo foi instruído aos sujeitos realizarem 5 séries de 15 socos, seguidos de 5 séries de 15 chutes. Feita uma pausa de 20 min e iniciando novamente o exercício com 5 séries de 15 socos e 60 saltos, em seguida foi realizada a revisão de literatura, analise bioquímica e análise estatística com o programa SPSS, o teste ANOVA post hoc de Tukey que foi usado para detectar as diferenças entre cada ponto do tempo tendo um nível de p <0,05 como critério para significância estatística.

Resultados:Obtivemos um nível elevado de cortisol ± 344 (pré teste) e ± 361,15 (pós teste) e testo:cortisol ± 33,24 (pré) e ± 19,63 (pós), além de apresentarem um valor inferior ao teste T ± 0,014 (T:C) ± 0,551 (cortisol), demostrando diferença estatística e indicando fadiga muscular com o exercício executado.

Conclusões:A taxa testosterona/ cortisol pode ser considerado importante indicador do processo de fadiga periférica, especificamente identificando a cinética dos hormônios testosterona e cortisol.

Palavras-chave:testosterona. Cortisol. Fadiga. Esportes de combate.

Legendas

    1. Estudante
    2. Orientador